Câmara de Armamar <br>tem comportamento irresponsável
Para além de, ao longo de 20 anos, não ter promovido o progresso e o desenvolvimento do concelho de Armamar, o PSD tem agora um comportamento «irresponsável» e «despesista», acusa a Comissão Concelhia de Armamar do PCP.
De facto, conforme notícia recentemente divulgada, a Câmara de Armamar passou a engrossar a «lista negra» dos municípios que ultrapassaram a sua capacidade legal de endividamento, não podendo, depois da publicação da Lei de Execução Orçamental, recorrer a mais empréstimos. Entretanto, a maioria absoluta do PSD na Câmara, para além do presidente e de dois vereadores, continua a «promover amigos e afilhados», para os quais cria gabinetes que toda a gente, à excepção deles próprios, reconhecem «excessivos e desnecessários».
Prosseguindo as suas denúncias, a Concelhia do PCP refere ainda «obras infelizes» em que a Câmara gastou avultadas quantias, como sejam, por exemplo, a restauração dos Paços do Concelho, sem respeito pela traça arquitectónica da zona envolvente e de protecção à Igreja Matriz, o Posto de Turismo, de excessivo impacto urbanístico, ou o Jardim de Infância que, além de acanhado, destruiu o Polidesportivo e o espaço de recreio para os alunos.
«Onde estão as obras prometidas?», perguntam os comunistas. Onde está o Centro de Saúde, a Zona Industrial, a habitação social, o posto da GNR, as piscinas cobertas e aquecidas, a Pousada da Juventude, o Museu, o Auditório ou a Bilbioteca?
Assim, para além de ser dos poucos concelhos sem o ensino secundário, de enfrentar falta de médicos e de ter por resolver questões básicas para a qualidade de vida, como o saneamento e o abastecimento de água em alguns lugares, agora Armamar é também «a nódoa» do endividamento, acusa o PCP, responsabilizando os vários executivos do PSD pelo atraso do concelho, um dos últimos do País no que se refere a rendimento por habitante.
De facto, conforme notícia recentemente divulgada, a Câmara de Armamar passou a engrossar a «lista negra» dos municípios que ultrapassaram a sua capacidade legal de endividamento, não podendo, depois da publicação da Lei de Execução Orçamental, recorrer a mais empréstimos. Entretanto, a maioria absoluta do PSD na Câmara, para além do presidente e de dois vereadores, continua a «promover amigos e afilhados», para os quais cria gabinetes que toda a gente, à excepção deles próprios, reconhecem «excessivos e desnecessários».
Prosseguindo as suas denúncias, a Concelhia do PCP refere ainda «obras infelizes» em que a Câmara gastou avultadas quantias, como sejam, por exemplo, a restauração dos Paços do Concelho, sem respeito pela traça arquitectónica da zona envolvente e de protecção à Igreja Matriz, o Posto de Turismo, de excessivo impacto urbanístico, ou o Jardim de Infância que, além de acanhado, destruiu o Polidesportivo e o espaço de recreio para os alunos.
«Onde estão as obras prometidas?», perguntam os comunistas. Onde está o Centro de Saúde, a Zona Industrial, a habitação social, o posto da GNR, as piscinas cobertas e aquecidas, a Pousada da Juventude, o Museu, o Auditório ou a Bilbioteca?
Assim, para além de ser dos poucos concelhos sem o ensino secundário, de enfrentar falta de médicos e de ter por resolver questões básicas para a qualidade de vida, como o saneamento e o abastecimento de água em alguns lugares, agora Armamar é também «a nódoa» do endividamento, acusa o PCP, responsabilizando os vários executivos do PSD pelo atraso do concelho, um dos últimos do País no que se refere a rendimento por habitante.